segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Google fortalece criptografia para dificultar tentativas de espionagem

Google fortalece criptografia para dificultar tentativas de espionagem

Empresa acelerou iniciativa para proteger dados de usuário.
Programa seria resposta a escândalo envolvendo governo dos EUA.

O Google lançou um programa para fortalecer os códigos de encriptação de seus sistemas em reposta às recentes revelações de espionagem eletrônica das agências de segurança dos Estados Unidos, publicou neste sábado (7) o jornal "Washington Post".
Embora a iniciativa já estivesse em andamento desde o fim do ano passado, o Google decidiu acelerar sua implantação em seus centros de dados em todo o mundo para reforçar sua reputação de proteção à privacidade do consumidor.
No entanto, a companhia reconhece que estas ações podem não impedir totalmente a espionagem, mas tornar mais difícil o acesso tanto para hackers como para agências governamentais.

Google e Microsoft, entre outros.
Em comunicado emitido esta semana, o diretor de Inteligência Nacional, James Clapper, afirmou que "o longo da história as nações utilizaram a codificação para proteger segredos, e hoje os terroristas e cibercriminosos também a utilizam para estas atividades".
"Nossos serviços de inteligência não estariam fazendo seu trabalho se não resistissem a isto", acrescentou o comunicado.
Os últimos dados vazados por Snowden ao "New York Times" revelaram novas informações sobre como a Agência Nacional de Inteligência (NSA) corrompeu padrões de segurança para torná-los vulneráveis à sua tecnologia para facilitar a espionagem.
Segundo a reportagem, a NSA teria usado todos os métodos a seu alcance, desde a persuasão na colaboração forçada de empresas, roubo de chaves de encriptação e alteração de software e hardware para ter acesso às comunicações privadas na internet e fora dos Estados Unidos.


A indústria informática reagiu com preocupação ao vazamento de dados feito pelo ex-analista da CIA, Edward Snowden, que incluíam informações confidenciais que mostravam vários programas de inteligência dedicados a obter dados de e-mails do Yahoo!, Facebook

Como os vazamentos estão acabando com as surpresas no mundo da tecnologia

Como os vazamentos estão acabando com as surpresas no mundo da tecnologia

Segredos industriais são revelados e espalhados na rede em segundos. Entenda o que acontece na fabricação de aparelhos e como isso afeta os lançamentos.

 
Como os vazamentos estão acabando com as surpresas no mundo da tecnologiaImagens do iPhone 5 vazadas semanas antes de seu lançamento (Fonte da imagem: Reprodução/iLab)
Nada mais é segredo no mundo da tecnologia. Dificilmente veremos uma empresa surpreendendo o mercado e seus consumidores como antigamente. Apenas seis anos separam o mercado de hoje e aquele que Steve Jobs chacoalhou ao apresentar o primeiro iPhone, que revolucionou o mercado de comunicação móvel.
Atualmente, mesmo que um produto altamente inovador esteja pronto para ser lançado, suas configurações, dados e até mesmo imagens vão chegar ao consumidor com alguns meses de antecedência.
O problema não é exclusividade de um ou dois fabricantes: dificilmente uma grande empresa no mercado de tecnologia consegue segurar informações sigilosas por muito tempo. Como exemplos, temos dezenas de vazamentos que se mostraram exatos, como o HTC One, Xperia Z1 e o iPhone 5, com direito a imagens de seu carregador e fones de ouvido. Nada passa despercebido.
Nas últimas semanas, vimos na prática isso acontecer com um dos maiores fabricantes de gadgets portáteis do mundo. A Samsung trouxe o revolucionário Galaxy Gear para sua linha de produtos, que não fugiu em nada das fotos espalhadas na web semana passada.

Como isso acontece?

Todo mundo sabe que o projeto de um novo produto é algo totalmente sigiloso, algo que é encarado como de primeira importância dentro das grandes fabricantes. A Apple, por exemplo, tem as famosas (e rígidas) políticas de sigilo, que se aplicam a funcionários, terceirizados e desenvolvedores.


Como os vazamentos estão acabando com as surpresas no mundo da tecnologia
Suposta patente de próxima geração do Google Glass (Fonte da imagem: Reprodução/Patentbolt)
Porém, dois elementos fazem com que seja praticamente impossível segurar dados: a terceirização e o acesso à comunicação. A velocidade com que as informações trafegam na rede faz com que uma foto feita por um funcionário de qualquer fabricante de componentes na China chegue à mão de editores de veículos especializados em poucos minutos.

A velocidade do mercado mobile

O mais impressionante é que isso só ocorre no mercado de dispositivos móveis, mais especificamente na parte de hardware. É muito raro observarmos vazamento de informações relacionadas a mudanças sistemas operacionais, a não ser em funções muito específicas, que podem ter alguns rastros escondidos em atualizações.
Enquanto computadores, por exemplo, são anunciados sem que qualquer rumor tenha saído (o Mac Pro é um exemplo), os smartphones e tablets encontram hoje uma concorrência gigantesca, o que faz com que seja necessário ser muito veloz entre o lançamento e a chegada dos produtos às prateleiras.
Após o anúncio de um novo smartphone, geralmente não passam mais de três semanas até que ele esteja nas mãos do consumidor. Com a alta demanda a nível global, as fabricantes precisam contar com estoques generosos do produto muito antes de seu anúncio oficial, o que abre as portas para o vazamento de informações sigilosas.

Terceirização e a velocidade de informações

Além de serem rápidas na hora de formar um estoque, as fabricantes acabaram se tornando verdadeiras montadoras de gadgets móveis. Elas criam produtos e terceirizam a fabricação de grande parte dos componentes. Isso multiplica a quantidade de pessoas que têm acesso a elementos de um aparelho.
Com o vazamento de informações diversas sobre elementos separados, geralmente a imprensa especializada consegue formar o quebra-cabeças, levando para os consumidores as expectativas que eles podem ter em relação às novidades de cada marca.
Como os vazamentos estão acabando com as surpresas no mundo da tecnologia
 
Imagem do Galaxy Gear surgiu na web dias antes de seu lançamento. (Fonte da imagem: Reprodução/Venturebeat)
Componentes como a estrutura do aparelho, seu processador, bateria e elementos complementares, ao serem vazados, podem fazer com que se tenha uma ideia muito próxima ao que o aparelho realmente vai ser – isso quando não surgem imagens de mockups de teste, esquecidos ou perdidos por funcionários das fabricantes.
E é aí que entra a web. Qualquer um que tenha a intenção de passar informações para frente consegue fazer isso em segundos. Se antigamente segredos industriais eram vazados apenas para concorrentes, hoje basta um post em redes sociais para que o mundo saiba as novidades de cada marca antes da hora.
Além disso, informações de registro de patentes também acabam ganhando a rede com muita velocidade. Um bom exemplo disso foi o registro do smartwatch da Samsung, que teve uma patente coreana distribuída em todo o mundo.

Vantagens e desvantagens

Para as fabricantes, é difícil ver muita vantagem nisso. Embora concorrentes teoricamente possam se beneficiar com as informações, não há muita coisa que possa ser feita ao longo do processo a não ser algumas mudanças estratégicas de posicionamento.
Para o consumidor, a vantagem nesse tipo de vazamento é que você pode esperar um pouco mais para comprar um novo smartphone, por exemplo, caso veja que alguém pode lançar algo que lhe agrade. Inclusive, com a frequência de vazamentos em algumas empresas, especialistas acreditam que isso pode até mesmo ser uma estratégia interna para retardar a venda de concorrentes.
O problema é que a ação pode ser um tiro no pé. Caso o vazamento traga altas expectativas e não se torne real, isso pode decepcionar os consumidores. Ao mesmo tempo, um rumor pode funcionar como teste de mercado para as fabricantes. Ideias liberadas ao longo do desenvolvimento do produto podem ajudar a medir o interesse da imprensa e público em alguma ferramenta específica – embora as pesquisas de mercado sejam sempre a melhor opção.
Além de influenciar nas vendas dos concorrentes, o impacto pode ser direto nas próprias vendas da empresa que tem as informações vazadas. Quem, com conhecimento dos rumores, vai comprar um aparelho novo sabendo que em poucos meses ele estará defasado?

O fim da surpresa

A grande desvantagem para o consumidor é, na verdade, um ponto totalmente psicológico: a surpresa. Ganhamos expectativas sobre um produto, mas perdemos a surpresa de ver algo revolucionário chegando ao mercado.
Como os vazamentos estão acabando com as surpresas no mundo da tecnologia 
(Fonte da imagem: Shutterstock)
 
Produtos que chacoalham o mercado geralmente têm um processo mais lento de desenvolvimento e fabricação, tendo projetos mantidos em sigilo dentro da própria empresa. Isso geralmente ocorre quando não se tem a menor possibilidade de que algum concorrente consiga se aproximar, o que não é visto no mercado móvel.
De qualquer forma, mesmo que um gadget seja totalmente inovador (e a referência mais recente disso é o Google Glass), ele perde o seu status em menos tempo, já que informações sobre novas gerações com funções melhoradas começam a surgir na web em muito pouco tempo.
O fato é que, se qualquer empresa tem informações vazadas no mercado atual, precisamos conviver com o fim de experiências inovadoras no mercado de smartphones. Isso fica ainda mais reforçado com a tendência de inovações sendo liberadas a conta-gotas.
O que há pouco tempo era visto apenas na Apple, agora também começa a aparecer em concorrentes como a Samsung. Os lançamentos de novas gerações acabam se concentrando em melhorias ou criações de novas funções, mantendo o aspecto do modelo antigo.
Tudo isso cria um “combo de previsibilidade”, que faz com que o mercado de smartphones e tablets fique cada vez mais veloz, porém passe a sensação de ser menos inovador. E a tendência é que isso só piore com o tempo, afinal, a cada vez mais é necessário diminuir custos e tempo de produção, algo que é praticamente impossível de se conseguir mantendo a fabricação de grandes linhas de produtos com total autonomia.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mercado/44257-como-os-vazamentos-estao-acabando-com-as-surpresas-no-mundo-da-tecnologia.htm#ixzz2eOao4ygT

Rede Nacional de Pesquisa terá tecnologia baseada na computação em nuvem

 Rede Nacional de Pesquisa terá tecnologia baseada na computação em nuvem


 

Tecnologia vai permitir que a Biblioteca Nacional e a Cinemateca ofereçam acervos digitalizados para consulta ao público a partir de fevereiro de 2014 (Marcos Santos/USP Imagens)
Brasília - Tecnologia de computação em nuvem (conhecida também pelo termo em inglês cloud computing) da Rede Nacional de Pesquisa (RNP) vai permitir que a Biblioteca Nacional e a Cinemateca ofereçam acervos digitalizados para consulta ao público a partir de fevereiro de 2014. O centro de dados compartilhados (CDC) que permitirá o armazenamento dessas informações será lançado em fase experimental. O conteúdo oferecido ainda será definido pelas instituições.
 
Na primeira etapa de construção, o CDC atenderá de forma mais restrita à comunidade acadêmica do país. A infraestrutura no início terá capacidade limitada, para que os usuários experimentem a plataforma. Entre os objetivos estão abrigar grandes volumes de informações e colaborar para a manutenção e a preservação de dados.
De acordo com o diretor de serviços e soluções da RNP, José Luiz Ribeiro, a tecnologia permite a redução de custos de instalação, infraestrutura, equipamentos e recursos humanos, porque toda estrutura se concentra em um ou vários centros de informações (data centers), em geral à distância.
“A nuvem é um grande repositório onde são colocadas informações de todo tipo, como áudio, vídeo, dados e textuais. É um espaço onde se permite o processamento de informações. As informações que estão no computador são transferidas para a nuvem, onde uma empresa ou instituição é que vai armazenar os dados ou mesmo fornecer esse serviço de processamento de dados”, explicou Ribeiro à
 
Agência Brasil.
 
Ribeiro destaca que a tecnologia de computação em nuvem necessita de conexão com internet, já que a infraestrutura, em geral, está localizada à distância. “Ela depende essencialmente da internet porque as informações estarão em outro lugar fisicamente, que pode estar na sua própria cidade como em um outro país, e a conexão com esse data center é feita por meio da internet”.
Apesar das facilidades oferecidas pela tecnologia, pode haver fragilidades na segurança das informações. Sobre a computação em nuvem no cotidiano no cidadão, Ribeiro ressalta que o usuário deve ter atenção ao contratar a plataforma de computação em nuvem. Informações sigilosas devem ser criptografadas para serem preservadas.
“O indivíduo precisa estar atento com a questão da privacidade das informações. Em uma nuvem pública, como é o caso da [oferecida pela] Google, Amazon e Microsoft, o usuário confia as suas informações a um terceiro, e não necessariamente essas informações estão seguras. Em alguns casos, pode estar previsto no contrato a divulgação das informações para o governo ou para um conjunto de empresas que vão querer, por exemplo, saber o seu perfil de consumo”, destaca.
O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) também já trabalha com a tecnologia de computação em nuvem. Em iniciativa inédita, a empresa lançou no início deste mês a primeira nuvem do governo federal. O ambiente abriga sistemas para o Programa Cidades Digitais. A tecnologia oferece soluções de educação, atendimento médico hospitalar, gestão e comunicações para cerca de 80 municípios brasileiros.
De acordo com o superintendente de Produtos e Serviços do Serpro, José Gomes Júnior, a tecnologia permitirá que prefeituras brasileiras tenham estrutura para montar seus sites.
“Para cada prefeitura ter seu site e todos os sistemas, em um primeiro momento elas precisariam ter uma infraestrutura de processamento local, um minicentro de processamento de dados, servidores e licenciamento dos softwares. O que o Serpro está fazendo é levar toda essa tecnologia às prefeituras, elas não precisam mais se preocupar em ter essa infraestrutura do outro lado”, disse o superintendente à Agência Brasil.
O gerenciamento da tecnologia ficará sob a responsabilidade do Serpro em um centro de dados da própria instituição. O espaço para armazenamento e processamento de dados será dado de acordo com a necessidade do usuário. Gomes Júnior explica que a ferramenta de computação em nuvem do Serpro está disponível apenas para entes governamentais.

Por que o mobile é a última esperança da Microsoft?

Por que o mobile é a última esperança da Microsoft?

Aquisição da Nokia pela empresa agita o mundo dos negócios. Por que os smartphones representam uma nova fase da tecnologia que nem todos conseguem acompanhar?

 
Microsoft
 
                 
Microsoft: entre as muitas mudanças que ocorreram em quase 40 anos, o fim da hegemonia do PC e a ascensão de um mundo digital balizado pelo móvel é capital
São Paulo - A compra da Nokia pela Microsoft tem um um imenso valor simbólico para a indústria. Consumada em 7,2 bilhões de dólares, a negociação expõe o impacto arrebatador da invenção do mobile para a história da tecnologia.
 
Entre as muitas mudanças que ocorreram em quase 40 anos desde a fundação da Microsoft, uma é capital: o fim da hegemonia do PC e a ascensão de um mundo digital balizado pelo móvel, pelo local e pelo social.
É para responder a essas transformações e resgatar sua relevância que a empresa de Bill Gates tenta dar mais um passo no mercado de smartphones.
Criada nos anos 70 por Bill Gates e seu melhor amigo, Paul Allen, a Microsoft é um símbolo do desktop. Na época da “informática de escrivaninha”, com seus imensos monitores, CPUs e teclados, o hardware em si não tinha grande importância - bastava que rodasse o Windows. Nossa relação com o computador era imóvel, rígida: tudo acontecia dentro de uma tela intocável e fixa no seu local de instalação.
Com a revolução da internet móvel, nossa experiência com o digital foi se tornando cada vez mais física. Nossos dedos começaram a interagir com a tela. Nossos corpos começaram a se acostumar à companhia dos dispositivos eletrônicos no ônibus, na cama, à mesa. Começamos a passar horas com nossos celulares inteligentes a tiracolo, a carregá-los nos bolsos das calças, a levá-los para cima e para baixo.
A tendência a uma integração cada vez mais orgânica com o digital continua a avançar. Não é mais uma fantasia futurista a ideia de vestir computadores. Já temos óculos inteligentes como o Google Glass, smartwatches como o apresentado esta semana pela Samsung, e teremos inúmeros outros wearable gadgets que ainda serão imaginados.
Com a explosão desses novos dispositivos e a projeção de players como Apple e Google, o PC perdeu prestígio - e a veterana Microsoft percebeu o risco de ficar para trás.
 
A companhia norte-americana anunciou há pouco tempo a renúncia de seu CEO, Steve Ballmer, em meio a diversas pressões. Além da dificuldade em acompanhar o mercado de computação móvel, a empresa também tem lidado com um dramático declínio nas vendas de PCs.

 

 
Tentando cavar algum espaço no ambiente mobile, a Microsoft lançou o Windows Phone em 2010. Apesar de um início de crescimento rápido, o sistema operacional tem dificuldades em arrebanhar adeptos, correspondendo apenas a 3,3% do mercado de celulares em 2013.
Com a aquisição da Nokia, a empresa de Bill Gates pretende controlar tanto o hardware quanto o software dos seus aparelhos, num modelo de “integração vertical” parecido com o da Apple. O objetivo é aperfeiçoar o produto e triplicar o market share do Windows Phone até 2018.
Visto por alguns com ceticismo, o plano passará por muitos desafios para conseguir vingar, sobretudo em um mercado tão competitivo como o dos smartphones. Para começar, o sistema operacional da Microsoft não oferece a mesma quantidade de aplicativos presentes no iOS ou no Android. A chegada tardia ao páreo também representa uma desvantagem considerável.
Ainda assim, a IDC (International Data Corporation) lançou um relatório que prevê que o Windows Phone superará o iOs em 2016, principalmente graças à força da Nokia em mercados emergentes como África, Ásia e América Latina.
Destinada ou não ao sucesso, a estratégia demonstra um esforço de adaptação da Microsoft a um ambiente novo - que, aliás, vai além das iniciativas com o mobile. No terreno das mídias sociais, a empresa já tentou se projetar fazendo investimentos no Facebook em 2007 e comprando a rede social Yammer em 2012. Rumores recentes indicam que a Microsoft também pode ter a intenção de investir no Foursquare.
Relembrando sua trajetória, é impossível ignorar a participação decisiva da Microsoft na invenção do produto digital. O detalhe é que essa cultura de consumo evoluiu por conta própria e hoje desafia seus próprio criadores.
Nesse jogo, a empresa de Bill Gates não está sozinha. Afinal, a história recente da tecnologia mostra que, na hora de adivinhar o futuro das nossas necessidades e desejos, nenhum palpite é totalmente seguro.
 
 

Apple lança novo iPhone na terça, mas já tem gente na fila

Apple lança novo iPhone na terça, mas já tem gente na fila

Acampamento começou a se formar na sexta-feira.

 Fãs podem ter que esperar até dia 20

 
Loja da Apple na 5ª Avenida, em Nova York

São Paulo — A Apple convocou a imprensa do mundo todo para o lançamento de seus novos produtos nesta terça-feira. Ainda nem se tem certeza do que deve ser lançado, mas já tem gente acampada na porta de sua principal loja, em Nova York, para garantir seus novos produtos, relata o Apple Insider.
Os rumores mais fortes (quase certos) são de que a empresa mostrará um modelo de menor custo do iPhone, o 5C, que deve estar disponível em várias cores, e o iPhone 5S, novo topo de linha da empresa.
Desde o iPod, os lançamentos da Apple costumam levar hordas de fãs às portas de suas lojas, fomando filas, acampamentos e tumultos dignos de shows de rock. Desta vez não deve ser diferente.
O site Apple Insider, especializado nas notícias da maçã, esteve na sexta-feira (96 horas antes do evento) em frente à principal loja da Apple e já encontrou gente acampada no local. Dois jovens com cadeiras de praia identificados como Joe e Brian eram os primeiros da fila. “Checamos a previsão do tempo e viemos”, disseram.
O mercado espera que os produtos que serão lançados na terça só estejam disponíveis nas lojas no dia 20. Mas isso não desanima os rapazes. “Vamos esperar”.
Outros dois rapazes também já estavam na fila, mas com uma missão diferente. Funcionários de uma empresa chamada Sell Your Mac, eles vestiam camisetas de seus empregadores e pareciam estar na fila só para promover a empresa, que compra aparelhos Apple usados.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Sedu abre inscrições para 560 vagas de nível técnico no Espírito Santo


Sedu abre inscrições para 560 vagas de nível técnico no Espírito Santo



Programa Bolsa Sedu vai dar bolsas de cursos técnicos em oito cidades.
Vagas são destinadas a quem cursou todo o Ensino Médio.

A partir desta quarta-feira (4-09-2013), a Secretaria de Estado de Educação, abre as inscrições para o Programa Bolsa Sedu. O prazo para os interessados se inscreverem vai até a próxima segunda-feira (9-09-2013). Ao todo, serão oferecidas 560 bolsas para sete cursos de nível técnico em faculdades particulares de oito cidades do Espírito Santo. O estudante interessado pode realizar a inscrição no site da Sedu.
Ensino técnico oferecido por meio do programa Bolsa Sedu (Foto: Divulgação/Sedu)Ensino técnico oferecido por meio do programa
Bolsa Sedu (Foto: Divulgação/Sedu)
O processo seletivo destina-se aos candidatos que tenham cursado todo o Ensino Médio Regular ou Educação de Jovens e Adultos, inclusive CEEJA na rede pública. É permitido também a inscrição dos alunos que estiverem cursando a 3ª série do Ensino Médio Regular e 3ª etapa de Educação de Jovens e Adultos na rede pública estadual, municipal ou federal, no ano de 2013, desde que tenham feito todo o ensino médio em escola pública ou entidades reconhecidas como de utilidade pública.
Entre os cursos oferecidos no Bolsa Sedu estão os de Técnico em Enfermagem, Prótese Dentária, Automação Industrial, Técnico em Edificações, entre outros. As provas, aplicadas no próximo dia 22, terão 50 questões objetivas divididas entre Língua Portuguesa, Matemática, Química, Biologia e Física.
Os locais de provas serão divulgados em 20 de setembro no site da Sedu.
Vagas e locais
Aracruz
Técnico em Edificações – Escola Técnica Premier: 40
Técnico em Logística – Sociedade de Ensino Superior de Aracruz: 40
Cachoeiro de Itapemirim
Técnico em Química – União Social Camiliana: 40
Colatina
Técnico em Enfermagem: 40
Técnico em Radiologia – Fundação Educacional Castelo Branco: 40
Linhares
Técnico em Automação Industrial – Escola Técnica de Linhares: 40
Santa Teresa
Técnico em Enfermagem – Sesebe: 40
São Gabriel da Palha
Técnico em Enfermagem – IESG: 40
São Mateus
Técnico em Prótese Dentária – Escola Master: 40
Técnico em Edificações – Centro Educacional Técnico de São Mateus: 40
Vitória
Técnico em Enfermagem – Eteses: 160

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