quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Google vai alugar hangar da Nasa no Vale do Silício


11 de Fevereiro de 2014•17h01 • atualizado às 17h13


Acordo prevê que a empresa reconstrua e conserve o espaço de oito acres, considerado um ponto de referência na região


O Google vai alugar o Hangar One da Nasa, um hangar de oito acres para aeronaves, construído em 1933 e um dos mais famosos pontos de referência no Vale do Silício. Segundo o site oficial da agência, a Planetary Ventures LLC, subsidiária do Google, foi selecionada para comandar o hangar de dirigíveis e operar o aeroporto civil militar Moffet Federal Airfield, já utilizado por jatinhos particulares de executivos do Google.

Hangar One, da NASA, no Vale do SilícioFoto: GSA



Se o acordo for finalizado, a Nasa terá uma maior receita para a propriedade, que está abandonada há 20 anos, e o Google terá que reconstruir o hangar e construir uma unidade educacional nele. Além disso, a relação entre ambos os lados vai se estreitar. 
O Google já arrendou mais de 40 acres da Nasa para construir uma unidade de pesquisa e desenvolvimento, e a empresa está trabalhando com a agência para testar o primeiro computador quântico do mundo.

Os acordos entre Google e Nasa não são vistos com bons olhos por todo mundo. 

Segundo a revista Wired, jornais já acusaram os executivos do Google de abusar da relação para pagar menos na operação da frota de jatinhos particulares. 
Os jatinhos particulares supostamente ajudariam algumas missões da Nasa, mas a mídia local divulgou que apenas 155 dos mais de 1 mil voos pesquisados realmente foram usados para a ciência.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Entrevista de emprego por vídeo ganha força no Brasil



Publicado em 08/02/2014 às 19h00

É verdade, a tecnologia vem mudando também os processos de recrutamento e seleção.




 O uso de ferramentas de videoconferência (como o Skype) para entrevistar candidatos a distância é cada vez mais frequente. A Otávia já se acostumou com a dinâmica; ela passou por diversas entrevistas virtuais – algumas inclusive com empresas de fora do país. Ela diz que assim como qualquer entrevista de emprego, é preciso se preparar e, mais do que isso, transformar sua casa em um ambiente formal para receber – mesmo que virtualmente – o profissional que irá lhe entrevistar.

"Eu deixo sempre papel, caneta e currículo à mão para tratar com a pessoa como se fosse aqui", diz Otávia Bortoti, advogada.

"A preparação é a mesma utilizada em uma entrevista presencial, só que com alguns cuidados extras: o candidato vai ter de cuidar do equipamento que vai utilizar, da iluminação do ambiente, vai ter fazer um teste antes e cuidar da organização. A roupa também deve ser a mesma que seria usada numa entrevista presencial", analisa André Ribeiro, consultor de mercado da Produtive.

É importante que não haja qualquer interrupção durante a conversa. Livre-se do cachorro, das crianças, do telefone e – muito importante – esteja certo de que seu equipamento e conexão estejam funcionando perfeitamente…

"Quando eu tenho essas entrevistas, o nervosismo é sempre quanto à tecnologia; eu testo o Skype e a câmera antes porque quando eu não testei previamente ela não funcionou", conta Otávia.

Daqui a pouco a gente volta nessa questão da preparação para contar um caso engraçado de gente que pagou mico na frente da câmera…

Na opinião dos headhunters e profissionais de RH, a entrevista presencial ainda é muito importante na fase decisiva do processo seletivo, mas as entrevistas em vídeo já dominam boa parte das fases iniciais do recrutamento de profissionais. Interessante é que essa conversa virtual já acontece em todos os níveis, do estagiário ao diretor. E, segundo análises do mercado, a prática otimiza o custo e tempo gasto no processo de seleção em até 70%.

"Olho no olho ainda é a chave do processo. Não tem como fazer um processo seletivo todo por não presencial. Na nossa experiência de 18 anos, eu já vi casos de empresas fora do país em que as entrevistas foram todas por telefone ou videoconferência, salvo a proposta final. Então é uma tendência que vem acontecendo", diz Rafael Souto, CEO da Produtive.

É, nada substitui o “feeling” e o calor do momento… Mas enquanto as empresas economizam e ganham agilidade no processo de escolha, o candidato tem a vangatem de não ter de se locomover até a sede da empresa para participar de uma seleção – e nisto, elimina-se as chances de atraso, o trânsito e possíveis custos. Por outro lado, as entrevistas em vídeo podem ser um grande risco. Afinal, nem todo mundo tem tanta facilidade frente às câmeras. É preciso se preparar para enfrentar um novo desafio. E, por mais que há quem discorde, a primeira impressão ainda conta muito…

"O vídeo é a fase eliminatória: se eu não for bem, não chego no olho no olho. Se acostumar a usar vídeo como ferramenta de comunicação, é uma qualidade necessária para um profissional contemporâneo", completa Souto.

Antes de falar de outra novidade que a tecnologia está trazendo para o mundo do RH, lembra do “mico” que comentamos? Pode acontecer com qualquer um que não se prepare adequadamente. O consultor nos contou que certa vez uma cliente da empresa iria passar por uma videoentrevista e então se preocupou apenas com a parte de cima da roupa; até aí, tudo bem, afinal, o vídeo não mostra ninguém de corpo inteiro. O problema é que na ocasião, uma chaleira esquecido no fogão fez a candidata sair correndo para a cozinha e, toda formal da cintura para cima, mas só de lingerie da cintura para baixo…aí não dá, né?!

Um conceito mais novo nos processos seletivos é o videocurrículo; muita gente tem falado da novidade, mas o uso ainda é bem restrito – principalmente aqui no Brasil. Nos Estados Unidos o currículo em vídeo já tem alguma força. Mas por ser algo muito novo, existe a dúvida se o formato vai mesmo funcionar, afinal a praticidade não é assim tão grande quanto parece.

"Muitos recrutadores gastam 15 segundos na leitura de um currículo; um vídeocurrículo se estende muito mais, então a praticidade não vai ser a mesma", diz André Ribeiro.

Mas também no intuito de agilizar os processos de seleção, existem empresas que elaboram questionários e enviam para que os candidatos os respondam em vídeo. Isso, sim, já acontece bastante também. De olho na oportunidade, a Patrícia criou uma empresa para produzir essas pré-entrevistas. Segundo ela, a solução é sinônimo de tempo! E, mais do que isso… Ela defende que enquanto o CV online ou em papel apresenta os conhecimentos e experiências do candidato, o vídeo mostra a atitude do pretendente àquela vaga.

"Em oito minutos, você tem tudo daquela pessoa. Então não tem aquele negócio do "ah, fluente em inglês", mas quando você chama a pessoa, vê que as aparências enganam. É uma entrevista real de emprego. Venha preparado porque se você errar ou gaguejar, vai ficar gravado no filme. Isso não edita candidato, não é uma fábrica", explica Patrícia Russo, CEO da TV.CV.WEB.

E você, já enfrentou alguma entrevista para emprego por vídeo? Tem dicas para dar a quem ainda não experimentou a situação? Ou micos para dividir com a galera? Acesse olhardigital.com.br e deixe sua opinião no nosso fórum; aproveite para dizer também o que você acha do videocurrículo; será que essa moda pega?

Google conquista segundo maior valor de mercado mundial depois da Apple



AFP - Agence France-Presse
Publicação: 11/02/2014 09:34 Atualização: 11/02/2014 10:37

O título do Google está em ascensão nos últimos anos. 



Foto: Georges Gobet/AFP Photo


O gigante da internet Google conseguiu o segundo maior valor de mercado do mundo, atrás da Apple, e superou o grupo petroleiro Exxonmobile.


O Google fechou a sessão de segunda-feira na bolsa de Nova York com uma capitalização de cerca de 394 bilhões de dólares, superando assim, pela primeira vez, a do fechamento da Exxonmobile (388 bilhões de dólares).

A Apple continua muito na frente, com um valor de mercado de cerca de 472 bilhões de dólares.

O título do Google está em ascensão nos últimos anos: duplicou seu valor desde meados de julho de 2012. Inclusive com uma queda de 0,38% a 1.172,93 dólares na segunda-feira, evolui atualmente em seus níveis mais altos históricos.

O Google, já número um mundial nos mercados de busca e publicidade na internet, também se fez onipresente nos últimos anos no setor da telefonia móvel: seu sistema Android, utilizado por inúmeros fabricantes, começando pelo sul-coreano Samsung, está em cerca de três quartos dos novos smartphones vendidos no mundo.

O Google explora também outros setores de atividades considerados promissores, como as tecnologias "prêt-à-porter" como os óculos interativos ou objetos conectados com a recente compra do fabricante de alarmes e termostatos inteligentes Nest Labs.

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Crescimento de vagas em tecnologia da informação gera oportunidades




Edição do dia 10/02/2014

Atualizado em 10/02/2014 16h34

Ocupações ligadas a serviços, softwares e hardwares têm destaque.
Em 2013, o setor contratou 159 mil pessoas no Brasil inteiro.








O mercado de tecnologia da informação está em crescimento desde 2013 e deve continuar assim este ano. De acordo com a consultoria IDC, as áreas que mais devem contratar são as ocupações ligadas a programas, chamados de softwares, a serviços e a aparelhos e equipamentos, conhecidos como hardwares.

O setor contratou 159 mil pessoas no Brasil inteiro em 2013. Quase metade das vagas foi pra para o estado São Paulo (47%), depois Rio de Janeiro (11%) e Minas Gerais (10%).

Em Belo Horizonte, um pólo de TI está se formando no bairro São Pedro, região sul da cidade, e já reúne 143 startups, jovens empresas que trazem ideias inovadoras para o mercado. O bairro está sendo chamada de San Pedro Valley, uma referência ao Vale do Silício na Califórnia, nos Estados Unidos, onde estão localizadas algumas das maiores empresas de tecnologia da informação do mundo.

Os três cargos mais procurados na área de TI, segundo a Brasscom e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), são analista de desenvolvimento de sistemas, analista de suporte computacional e programador de sistemas da informação.

A demanda é tão grande que existe um déficit de profissionais no mercado. Só neste ano, 45 mil vagas devem deixar de ser preenchidas no país. Há quatro meses, a empresa em que a analista de seleção de pessoas Karina Marcenes trabalha tenta contratar dez analistas de sistema: “O mercado pratica faixa salarial de R$ 3 mil a R$ 8 mil. Podem variar de acordo com a senoridade dos profissionais, com nível de experiência com as subáreas da área da tecnologia da informação que ele atua”.

A especialização também ajuda. O coordenador de TI Thiago Fagundes é formado em computação e é especializado em gestão de negócios. Ele foi contratado há seis meses e já conquistou um cargo como coordenador, ganhando 30$ a mais. “Eu pretendo continuar seguindo carreira aqui. Como fui recém promovido, ainda tenho bagagem a ser adquirida na nova função, mas no futuro ter novas possibilidades também”, afirma.

Apesar da maior parte das contratações do ano passado terem acontecido no Sudeste, a região Sul se destaca como um grande pólo em desenvolvimento. Os três estados empregaram em 2013 mais de 34 mil pessoas na área. O Paraná é o estado que lidera em contratação e também em número de empresas.

Em Curitiba, por exemplo, há 5,5 mil empresas de tecnologia de informação, segundo a Prefeitura. O número praticamente dobrou em menos de uma década. “O parque de software tem vários incentivos fiscais. Por exemplo, o ISS é mais barato e quem constrói não paga IPTU por dez anos”, explica Sérgio Mainetti Jr, presidente da Associação das Empresas do Parque de Software.




Sergio Sgobbi, diretor de RH e competitividade da Brasscom, participou de um bate-papo no site do JH e respondeu dúvidas sobre o tema. Veja no vídeo ao lado.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Google criará uma galeria digital com os 12 estádios da Copa do Mundo.







06/02/2014 21h59 - Atualizado em 07/02/2014 15h29

Cinco estádios da Copa já foram fotografados pelo Google Street View
Maracanã e Mineirão tiveram imagens captadas que comporão tour virtual.



Google criará uma galeria digital com os 12 estádios da Copa do Mundo.






Chamada "trekker", mochila conectada foiusada para captar imagens de cinco estádios da Copa do Mundo:
  1. Maracanã (RJ), 
  2. ManéGarrincha (DF), 
  3. Arena Pernambuco (PE), 
  4. Fonte Nova (BA), e 
  5. Mineirão (MG).
(Foto: Divulgação/Google)

O Google já começou a captar as imagens para o serviço Street View, que mostra cenas de ruas e lugares famosos, dos estádios brasileiros que serão usados na Copa do Mundo 2014, informou a empresa ao G1.

A empreitada começou no ano passado. Cinco arenas já foram fotografadas completamente: Maracanã, no Rio, Mané Garrincha, em Brasília, e Arena Pernambuco, em Recife, Fonte Nova, em Salvador, e Mineirão, em Belo Horizonte.

O G1 questionou o Google se as obras inacabadas dos estádios poderiam atrasar a coleta de imagens. “Como a ideia é disponibilizar imagens de dentro dos estádios, principalmente gramado e arquibancadas, só poderemos fazer a captura dessas imagens quando os estádios estiverem prontos”, afirmou a empresa, em entrevista por e-mail.

Segundo o Google não há previsão de quando o trabalho será concluído, mas as imagens irão compor uma espécie de galeria especial com todos os estádios da Copa. Nesse sentido, o Google possui o Cultural Institute que permite fazer passeios por exposições digitais de vários museus do mundo e obras de arte de rua.


Dentro de campo
Inicialmente focado em imagens de ruas e vias urbanas, o Street View também passou a mostrar cenas internas de pontos turísticos e prédios e locais famosos. E assim será com os estádios da Copa: os internautas poderão fazer um tour virtual pelo interior das arenas que abrigarão os jogos.

Além de poder passear virtualmente pelas rampas de acesso, arquibancadas e galerias dos estádios, os internautas poderão até entrar no campo em que as partidas serão disputadas.

“Os torcedores terão a sensação de estar no meio do campo, com uma visão 360º graus do estádio”, afirmou o Google.

Áreas destinadas à circulação dos jogadores, como os vestiários, porém, não farão parte da coletânea de imagens, porque, segundo o Google, as condições para captação de fotografias não são ideias. Falta iluminação, por exemplo.

Para captar as imagens, o Google utilizou uma mochila especial, chamada de “trekker”, que capta imagens a cada cerca de dois segundos. Da mochila emerge uma haste. No alto dela, uma esfera concentra quinze câmeras posicionadas para não perder nenhum detalhe do local. O “trekker” foi o mesmo sistema usado para captar as imagens do Cristo Redentor.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

TIM é a pior avaliada sobre internet móvel pela Anatel



07 Fev 2014 . 18:20 h .


Procurada, a TIM disse que acompanha a medição da banda larga móvel realizada pela Anatel e que está atenta às oportunidades de melhoria verificadas.


Rio de Janeiro - A TIM foi a operadora que teve pior desempenho na banda larga móvel na avaliação de dezembro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira.

Dos 15 Estados avaliados mais o Distrito Federal, a operadora ficou abaixo das metas de velocidade instantânea e/ou média da banda larga móvel em 12 Estados em dezembro, enquanto a Vivo ficou abaixo da meta em ao menos um quesito em oito Estados, Oi em sete Estados e a Claro, em quatro.

Em São Paulo, apenas a TIM ficou abaixo da meta estabelecida pela Anatel no quesito velocidade instantânea da banda larga móvel, enquanto as concorrentes Claro, Algar Telecom, Nextel, Oi e Vivo atingiram as metas da agência de velocidade instantânea e média de 95% e 70%, respectivamente.

No Rio de Janeiro, a Claro ficou abaixo da meta nos dois quesitos, enquanto TIM e Vivo não atingiram o objetivo de 95% de velocidade instantânea.

Na medição que avaliou o serviço de banda larga fixa das operadoras, Algar Telecom, NET e Vivo ficaram abaixo da meta da Anatel em São Paulo em perda de pacotes e/ou disponibilidade, enquanto a GVT atingiu todas as metas estabelecidas pela agência em dezembro.

No Rio de Janeiro, apenas a Oi ficou abaixo da meta de 90% no quesito disponibilidade, enquanto NET e GVT atingiram todas as metas definidas pela Anatel.

Procurada, a TIM disse que acompanha a medição da banda larga móvel realizada pela Anatel e que está atenta às oportunidades de melhoria verificadas. A operadora também afirmou que está priorizando a qualidade dos serviços e investindo fortemente em projetos de infraestrutura.

Já a Vivo disse que é a única operadora a oferecer planos com velocidade de 1,5 Mbps no produto 3G Plus – portanto, com entrega de velocidade superior aos planos da concorrência – e, por isso, tem parte de suas medições realizadas com uma referência mais alta que as demais empresas.

A Oi informou que está priorizando investimentos em suas redes para melhoria da qualidade do serviço em todas as regiões, e que tem utilizado sua rede Wi-Fi para complementar a cobertura de banda larga móvel. Sobre a banda larga fixa, afirmou que as situações em que as metas não foram alcançadas foram mapeadas e estão sendo analisadas pela companhia.

Proteste

Pouco antes da divulgação dos resultados da medição, a associação de consumidores Proteste publicou nota em que criticou o serviço de banda larga móvel oferecido pelas operadoras.

“As falhas no sinal do 3G e a velocidade inferior à contratada, com prejuízos à utilização do serviço, levou a Proteste a promover campanha desde o ano passado, quando teve mais de 40 mil adesões de usuários prejudicados com a má qualidade do serviço prestado”, disse a entidade.

“Os resultados de levantamento feito pela Proteste mostram que o serviço não é adequado e é muito difícil ter uma conexão de alta velocidade fora das principais cidades brasileiras.”

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