domingo, 31 de janeiro de 2016
Celulares Samsung economizarão dados no WhatsApp e Netflix
TECNOLOGIA
29/01/2016 12:55

Celulares Samsung economizarão dados no WhatsApp e Netflix
Divulgação/Samsung
Galaxy On7: smartphone tem recurso de economia de dados na Índia
Lucas Agrela, deEXAME.comSiga-me
São Paulo – Os smartphones da Samsung ganharão um recurso que economizainternet móvel nas próximas semanas.
A iniciativa é resultado de um acordo entre a fabricante e a Opera, que vai levar a tecnologia de compressão de dados do seu app Opera Max para os aparelhos da marca. Com isso, será possível economizar em até 30% a internet móvel consumida no WhatsApp, 60% na Netflix e 50% no YouTube.
Segundo a Opera, o recurso chegará em breve para alguns modelos de smartphones da Samsung presentes no mercado por meio de uma atualização. A fabricante não informou para quais produtos a tecnologia de compressão estará disponível no Brasil. Na Índia, os smartphones da série Galaxy On (On 5 e On 7) já vêm com o app. O On7 foi lançado no mercado nacional no final do ano passado, mas não possuía o recurso de redução de consumo de internet.
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O que o Opera Max faz é direcionar todo o tráfego de internet do dispositivo móvel – desde que não haja criptografia – para uma rede virtual privada, também conhecida como VPN. As solicitações de dados, então, vão para os servidores da Opera e são comprimidas para diminuir a quantidade de dados gastos pelo usuário. A empresa diz que não há um delay perceptível no uso diário.
Ligar e desligar essa tecnologia de compressão será intuitivo. O atalho para essa tarefa ficará na barra de acesso rápido do sistema Android. Ou seja, será como ligar ou desligar o Wi-Fi do seu aparelho.
Segundo levantamento da Anatel, 72,93% dos números de celular no Brasil são pré-pagos. Por conta disso, a Opera considera o país como um mercado essencial para sua estratégia de expansão e, portanto, traz agora o recurso do Opera Max nos smartphones da Samsung.
A empresa diz se orgulhar de nunca ter tido problemas com queda de servidores e afirma que não terá entraves para absorver um grande número de usuários vindos do mercado brasileiro após essa atualização chegar aos aparelhos da Samsung.
A Opera diz prezar pela privacidade dos usuários e garante não coletar dados pessoais enquanto faz a compressão que gera a economia no plano de celular.
A parceria da Opera com fabricantes é a segunda etapa da estratégia de monetização do app Max. Primeiro, a empresa buscou conquistar usuários ao longo do ano passado e, agora, parte para a monetização de seu negócio. Além da Samsung, a companhia também tem uma aliança semelhante com a Xiaomi – que ainda não tem previsão de chegar aos consumidores brasileiros.
Procurada por EXAME.com, a Samsung Brasil não comentou o caso até a conclusão da reportagem.
Quem não usa um smartphone da Samsung também pode ter acesso gratuito ao aplicativo de compressão de dados, basta baixá-lo na Google Play Store em seu dispositivo Android. Uma versão beta para iOS está em desenvolvimento.
Tópicos: 4G, Telefonia, Empresas, Samsung, Indústria eletroeletrônica, Empresas coreanas, Empresas de tecnologia, Smartphones
Lucas Agrela, deEXAME.comSiga-meSão Paulo – Os smartphones da Samsung ganharão um recurso que economizainternet móvel nas próximas semanas.
A iniciativa é resultado de um acordo entre a fabricante e a Opera, que vai levar a tecnologia de compressão de dados do seu app Opera Max para os aparelhos da marca. Com isso, será possível economizar em até 30% a internet móvel consumida no WhatsApp, 60% na Netflix e 50% no YouTube.
Segundo a Opera, o recurso chegará em breve para alguns modelos de smartphones da Samsung presentes no mercado por meio de uma atualização. A fabricante não informou para quais produtos a tecnologia de compressão estará disponível no Brasil. Na Índia, os smartphones da série Galaxy On (On 5 e On 7) já vêm com o app. O On7 foi lançado no mercado nacional no final do ano passado, mas não possuía o recurso de redução de consumo de internet.
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O que o Opera Max faz é direcionar todo o tráfego de internet do dispositivo móvel – desde que não haja criptografia – para uma rede virtual privada, também conhecida como VPN. As solicitações de dados, então, vão para os servidores da Opera e são comprimidas para diminuir a quantidade de dados gastos pelo usuário. A empresa diz que não há um delay perceptível no uso diário.
Ligar e desligar essa tecnologia de compressão será intuitivo. O atalho para essa tarefa ficará na barra de acesso rápido do sistema Android. Ou seja, será como ligar ou desligar o Wi-Fi do seu aparelho.
Segundo levantamento da Anatel, 72,93% dos números de celular no Brasil são pré-pagos. Por conta disso, a Opera considera o país como um mercado essencial para sua estratégia de expansão e, portanto, traz agora o recurso do Opera Max nos smartphones da Samsung.
A empresa diz se orgulhar de nunca ter tido problemas com queda de servidores e afirma que não terá entraves para absorver um grande número de usuários vindos do mercado brasileiro após essa atualização chegar aos aparelhos da Samsung.
A Opera diz prezar pela privacidade dos usuários e garante não coletar dados pessoais enquanto faz a compressão que gera a economia no plano de celular.
A parceria da Opera com fabricantes é a segunda etapa da estratégia de monetização do app Max. Primeiro, a empresa buscou conquistar usuários ao longo do ano passado e, agora, parte para a monetização de seu negócio. Além da Samsung, a companhia também tem uma aliança semelhante com a Xiaomi – que ainda não tem previsão de chegar aos consumidores brasileiros.
Procurada por EXAME.com, a Samsung Brasil não comentou o caso até a conclusão da reportagem.
Quem não usa um smartphone da Samsung também pode ter acesso gratuito ao aplicativo de compressão de dados, basta baixá-lo na Google Play Store em seu dispositivo Android. Uma versão beta para iOS está em desenvolvimento.
Tópicos: 4G, Telefonia, Empresas, Samsung, Indústria eletroeletrônica, Empresas coreanas, Empresas de tecnologia, Smartphones
Apple quer lançar telefone com carregamento wireless em 2017
Apple quer lançar telefone com carregamento wireless em 2017
Divulgação/Apple

iPhone 6s: a fabricante do iPhone está tentando superar obstáculos técnicos
Tim Culpan, daBloomberg
A Apple está trabalhando com parceiros nos EUA e na Ásia para desenvolver uma nova tecnologia de carregamento wireless que poderia ser implementada em seus aparelhos móveis já no próximo ano, de acordo com pessoas a par dos planos.
A Apple está explorando tecnologias de ponta que possibilitariam carregar os aparelhos iPhone e iPad a distâncias maiores que as permitidas pelas bases de carregamento magnético usadas pelos smartphones atuais, disseram as três pessoas, que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos.
A fabricante do iPhone está tentando superar obstáculos técnicos, como a falta de potência à distância, e a decisão de implementar essa tecnologia ainda está sendo avaliada, disseram elas.
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Como o iPhone e o iPad geram mais de três quartos da receita da Apple, novas tecnologias poderiam dar-lhes uma vantagem e ajudar a empresa a vender produtos com um ágio em um mercado que está desacelerando. Samsung Electronics, Sony e Google são algumas das empresas concorrentes que lançaram smartphones com tecnologia de carregamento sem fio, mas que exigem proximidade com a base de carga.
A transferência de energia se torna menos eficiente à medida que a distância entre o transmissor e o receptor aumenta, o que significa que as baterias demoram mais para carregar.
Trudy Muller, porta-voz da Apple, não quis comentar quando foi procurada pela Bloomberg News.
Tecnologia em desenvolvimento
Em 2010, a Apple solicitou uma patente que delineava a ideia de usar um computador iMac como um centro de carregamento wireless a uma distância de aproximadamente 1 metro através da técnica de ressonância magnética de proximidade de campo.
A Apple atualmente usa uma técnica similar, chamada indução, para carregar o Apple Watch a milímetros de distância da fonte de alimentação.
Outra patente da Apple delineava um método para fabricar revestimentos de alumínio para o telefone permeáveis às ondas de rádio, uma técnica que minimizaria o problema da interferência do metal nos sinais transmitidos.
A Apple desdenhou anteriormente seu interesse por qualquer tecnologia de carregamento que ainda precisasse ser ligada a uma tomada porque esses métodos não aumentam muito a praticidade.
As fabricantes de semicondutores Broadcom e Qualcomm são algumas das empresas que já desenvolveram ou estão desenvolvendo tecnologia e padrões para o carregamento wireless.
A Broadcom oferece um chip compatível com os três principais padrões técnicos de carregamento wireless e a Qualcomm oferece compatibilidade com duas dessas tecnologias.
No ano passado, a empresa disse que tinha desenvolvido um método para reduzir o problema da interferência dos metais no carregamento conectando a antena de energia ao revestimento do telefone.
Tópicos: Apple, Empresas, Tecnologia da informação, Empresas americanas,Empresas de tecnologia, Celulares, Indústria eletroeletrônica, Tecnologia
Tim Culpan, daBloomberg
A Apple está trabalhando com parceiros nos EUA e na Ásia para desenvolver uma nova tecnologia de carregamento wireless que poderia ser implementada em seus aparelhos móveis já no próximo ano, de acordo com pessoas a par dos planos.
A Apple está explorando tecnologias de ponta que possibilitariam carregar os aparelhos iPhone e iPad a distâncias maiores que as permitidas pelas bases de carregamento magnético usadas pelos smartphones atuais, disseram as três pessoas, que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos.
A fabricante do iPhone está tentando superar obstáculos técnicos, como a falta de potência à distância, e a decisão de implementar essa tecnologia ainda está sendo avaliada, disseram elas.
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Como o iPhone e o iPad geram mais de três quartos da receita da Apple, novas tecnologias poderiam dar-lhes uma vantagem e ajudar a empresa a vender produtos com um ágio em um mercado que está desacelerando. Samsung Electronics, Sony e Google são algumas das empresas concorrentes que lançaram smartphones com tecnologia de carregamento sem fio, mas que exigem proximidade com a base de carga.
A transferência de energia se torna menos eficiente à medida que a distância entre o transmissor e o receptor aumenta, o que significa que as baterias demoram mais para carregar.
Trudy Muller, porta-voz da Apple, não quis comentar quando foi procurada pela Bloomberg News.
Tecnologia em desenvolvimento
Em 2010, a Apple solicitou uma patente que delineava a ideia de usar um computador iMac como um centro de carregamento wireless a uma distância de aproximadamente 1 metro através da técnica de ressonância magnética de proximidade de campo.
A Apple atualmente usa uma técnica similar, chamada indução, para carregar o Apple Watch a milímetros de distância da fonte de alimentação.
Outra patente da Apple delineava um método para fabricar revestimentos de alumínio para o telefone permeáveis às ondas de rádio, uma técnica que minimizaria o problema da interferência do metal nos sinais transmitidos.
A Apple desdenhou anteriormente seu interesse por qualquer tecnologia de carregamento que ainda precisasse ser ligada a uma tomada porque esses métodos não aumentam muito a praticidade.
As fabricantes de semicondutores Broadcom e Qualcomm são algumas das empresas que já desenvolveram ou estão desenvolvendo tecnologia e padrões para o carregamento wireless.
A Broadcom oferece um chip compatível com os três principais padrões técnicos de carregamento wireless e a Qualcomm oferece compatibilidade com duas dessas tecnologias.
No ano passado, a empresa disse que tinha desenvolvido um método para reduzir o problema da interferência dos metais no carregamento conectando a antena de energia ao revestimento do telefone.
Tópicos: Apple, Empresas, Tecnologia da informação, Empresas americanas,Empresas de tecnologia, Celulares, Indústria eletroeletrônica, Tecnologia
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
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